Jesus os olhou com amor e… os chamou…

Era soldado inglês e hoje como Bispo assume diocese 10 vezes maior do que Grã Bretanha

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Dom MacWilliam, Bispo de Laghouat – Cidade de Laghouat, na Argélia / Foto: Igreja Católica na Inglaterra e País de Gales – Flickr Groundhopping Merseburg (CC-BY-NC-2.0)

           No último dia 20 de maio, Dom John MacWilliam foi ordenado Bispo da diocese de Laghouat, localizada no deserto do sul da Argélia. O território da jurisdição confiada a ele é dez vezes maior do que a Grã Bretanha, que tem quase 230 mil quilômetros quadrados.

Dom MacWilliam foi ordenado Bispo de Laghouat no sábado, 20 de maio, na Abaia Worth, localizada em Sussex do Oeste, no sul da Inglaterra.

Na diocese que agora governa há cerca de 1200 católicos entre os 477 mil habitantes da cidade de Laghouat.

Dom MacWilliam era um militar inglês e passou os últimos 20 anos de sua vida no norte da África como sacerdote dos Missionários da África (Padres Brancos).

Segundo informou o jornal católico ‘The Tablet’, como sacerdote, MacWilliam se destacou por contribuir na restauração da presença da Igreja Católica na Argélia e trabalhou para fomentar a paz nesse país onde menos de 1% da população é cristã e 99% é muçulmana.

Recordou que antes de chegar à Argélia em 1994, quatro membros de sua congregação foram assassinados. Diante dessa situação, ofereceu-se como voluntário para ajudar a restaurar sua ordem religiosa na cidade de Tizi-Ouzou.

Sobre seu trabalho missionário no país, indicou que “foi difícil, mas, por outro lado, enriquecedor, porque estávamos ali ajudando as pessoas. Abri bibliotecas e deu meu apoio aos estudantes universitários. Muitos estrangeiros se foram, muitas embaixadas fecharam, muitas empresas se foram”.

“A Igreja Católica não se foi. Ficamos. Quando as coisas se tornam difíceis, alguns não deixam seus amigos”, expressou.

Em declarações a ‘Catholic Herald’, Dom MacWilliam expressou que o número reduzido de católicos em Laghouat é a “presença cristã” da região.

“Nossa presença entre os muçulmanos é importante. Se não estivéssemos ali, eles não saberiam como os cristãos somos”, afirmou o Prelado.

O Bispo de Laghouat, que tem 68 anos, também indicou que na região “há terroristas muçulmanos e todos devem ter cuidado com isso, mas eles poderiam atacar em qualquer parte do mundo”.

“Não nos sentimos ameaçados. Só vivemos lado a lado. Estar ali é o importante”, sublinhou.

Dom MacWilliam nasceu em 1948 e serviu durante 18 anos de sua vida ao exército britânico, onde obteve a patente de major. Aposentou-se em 1984.

Foi ordenado sacerdote em 1992, aos 43 anos. Nesse mesmo ano, começou a estudar no Pontifício Instituto de Estudos Árabes e Islâmicos. Em 1994, chegou à Argélia como sacerdote dos Missionários da África (Padres Brancos).

Texto orginal: http://www.acidigital.com/noticias/era-soldado-ingles-e-hoje-como-bispo-assume-diocese-10-vezes-maior-do-que-gra-bretanha-43451/


Era um alto diretor de uma multinacional. Deixou tudo por sua vocação e agora é sacerdote 

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Um trabalho de grande responsabilidade nas melhores empresas da Espanha, uma casa em um bom condomínio em Madri (Espanha) e uma namorada: tudo o que um homem pode desejar. Entretanto, uma morte inesperada fez com que a sua vida mudasse totalmente. No último dia 16 de dezembro, Alberto Núñez foi ordenado sacerdote pelo Cardeal Carlos Osoro, Arcebispo de Madri.

Alberto Núñez tem 50 anos e foi ordenado sacerdote na Companhia de Jesus no dia 16 de dezembro na capela da Universidade de Comillas, em Madri (Espanha), onde há alguns anos estudou a licenciatura em direito, ciências econômicas e doutorado em engenharia industrial.

Antes de descobrir a sua vocação à vida religiosa, o Pe. Alberto tinha tudo o que uma pessoa poderia desejar: trabalhos de grande responsabilidade na Bolsa e em multinacionais conhecidas como Société Génerale, BBVA e Gás Natural Fenosa. Uma casa em um condomínio e uma namorada.

Mas um câncer matou em apenas três meses o seu único irmão, que deixou os seus três filhos pequenos órfãos. Em meio a essa profunda dor, o Pe. Alberto escutou o chamado de Deus.

Pouco depois da morte do seu irmão e de viver esse momento de conversão e chamado, ofereceram-lhe “o trabalho que sempre tinha sonhado” na empresa Gás Natural Fenosa, como Diretor Corporativo de Estratégia. Aceitou-o e estando no cargo de diretor começou a discernir a sua vocação.

Começou um voluntariado em um centro psiquiátrico com os Irmãos de São João de Deus e a estudar Teologia à noite e, finalmente, deixou a sua casa para mudar-se para a comunidade dos jesuítas no Pozo del Tio Raimundo, um dos bairros mais pobres da cidade e com um alto índice de pobreza.

No princípio só comentou a respeito da sua decisão com os mais próximos, mas, conforme explica, “a medida que fui confirmando o chamado tão forte que havia escutado, não tive problemas em comentar que vivia neste local ou que fazia este voluntariado”.

Finalmente, o Pe. Núñez deixou sua noiva e comunicou na empresa que deixava o posto não para ir para a concorrência, mas para entrar na Companhia de Jesus.

Alguns diretores e companheiros estiveram presentes no dia da sua ordenação, assim como o provincial da Companhia de Jesus da Espanha, o Pe. Francisco José Ruiz Pérez, e o ex prepósito geral, o Pe. Adolfo Nicolás. “Agora, em vez de estar preocupado pela minha carreira profissional, estou preocupado pelas pessoas que estão ao meu redor. Eu adorava a minha vida, mas não estava feliz e é o que consegui na Companhia que enche a minha vida de sentido”.

Desde setembro de 2016, o Pe. Núñez é o responsável pela Pastoral Universitária da Universidade Pontifícia Comillas em Madri (Espanha).

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Ex-jogador do Manchester United é ordenado diácono: Será sacerdote em 2017

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Aos 38 anos de idade, Philip Mulryne foi ordenado diácono da ordem Dominicana há alguns dias. Em 2017, depois de anos de esforço e dedicação, assim como em sua carreira esportiva, será ordenado sacerdote.

Philip Mulryne, companheiro de jogadores como David Bekcham e Ryan Giggs entre 1997 e 1999, nasceu na Irlanda do Norte e foi ordenado diácono pelo Arcebispo de Dublin, Dom Diarmuid Martin, no dia 29 de outubro, nessa cidade irlandesa.

Paul McVeigh, que jogou com Mulryne em Norwich, disse ao ‘Catholic Herald’ que visitou o seu amigo e foi surpreendido pelo que viu em seu velho amigo.

“Para minha surpresa e provavelmente para a surpresa da ‘irmandade futebolística’, Phil decidiu estudar para ser sacerdote católico”.

“Entretanto, estava em contato com ele, sabia que tinha mudado radicalmente a sua vida e que estava realizando muitos trabalhos de caridade”. Mas, comentou McVeigh, “surpreendeu-me ver que ele sentiu este chamado”.

Em 2013, quando recebeu o hábito dominicano, Philip Mulryne disse que seu objetivo na vida religiosa é “ser completamente de Deus com a profissão dos conselhos evangélicos”.

“Apesar de nossas faltas, sabemos que Ele nos transforma com a sua graça e, ao sermos transformados, podemos comunicar a alegria aos outros”, ressaltou.

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Passou de atleta olímpico a sacerdote diretor de vocações

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O diretor de vocações da Diocese de Rockville Centre, em Nova Iorque (Estados Unidos), Pe. Joe Fitzgerald, foi um atleta que competiu nos Jogos Olímpicos de Atlanta 1996, mas hoje se dedica a guiar aqueles que se descobrem chamados ao sacerdócio.

Em diálogo com o National Catholic Register, o Pe. Fitzgerald assegurou que participar das olimpíadas foi uma grande emoção para ele, mas era impossível compará-lo com o sacerdócio.

“Estou muito feliz por ter tomado esta decisão. Durante o meu jogo final de handebol fiz oito gols e nunca olhei para atrás. Estou totalmente em paz por ter deixado o esporte e procurado o sacerdócio. Há algo em minha vocação que nunca poderia ter conseguido no handebol ou em qualquer outro esporte”, assegurou.

“A vida de um sacerdote, bem vivida, é muito satisfatória porque o sacerdócio é, como dizia São João Maria Vianney, o amor do coração de Jesus”, acrescentou.

A respeito da preparação que os atletas que participam da Olimpíada Rio 2016 devem ter, explicou que apesar de todo o trabalho realizado, “os treinos, as competições e as medalhas não definem quem eles são. Seu maior título, sem importar as medalhas que possam ganhar, é ser um filho de Deus. Conscientes disso, devem competir, não para sua própria glória, mas para a glória de Deus”.

O Pe. Fitzgerald fez parte da equipe de handebol dos Estados Unidos junto com seu irmão Thomas. Viajaram a dezenas de países para as competições e voltaram para a casa depois de participar do maior evento esportivo do mundo em Atlanta, em 1996.

Antes de entrar no Seminário da Imaculada Conceição em 2001, o Pe. Fitzgerald serviu como ministro da juventude na paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, em Lindenhurst (Nova Iorque).

“Foi durante um serviço de adoração eucarística quando se tornou tão clara a vocação sacerdotal, pois não era suficiente falar de ser um seguidor de Cristo; tive que sê-lo verdadeiramente”, expressou.

O Pe. Fitzgerald foi ordenado no dia 9 de junho de 2007 e atualmente, como diretor de vocações, procura “animar outros homens a compartilhar esta vida de generosidade e amor por meio do sacerdócio”.

“Os 31 homens valentes que estudam na nossa diocese é o maior número que tivemos em 30 anos e provavelmente será maior ainda quando os homens estiverem mais abertos ao que Deus tem reservado para eles”, declarou o sacerdote.

O presbítero acredita que o primeiro passo essencial para escutar o chamado de Deus é “desligar a tecnologia” e entrar em “uma cultura de silêncio”.

“Não podemos rezar bem ou até mesmo pensar bem quando o barulho distrai a nossa atenção a cada passo. É muito fácil que nosso tempo seja preenchido por todo tipo de informação inútil que nos impede de entrar em um diálogo com Deus”, assegurou.

Em sua opinião, a relação de uma pessoa com Deus deve ser “fortalecida pela Eucaristia, pelas Sagradas Escrituras e pela adoração eucarística”.

Finalmente, disse que é necessário estar perto daqueles que vivem a vocação que alguém está considerando. “Deve conhecer de perto o que é aquela possível vocação, no meu caso estive perto dos sacerdotes e vi o que faziam diariamente na Igreja”, ressaltou.

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Como uma prestigiosa médica cirurgiã acabou se tornando carmelita descalça na Espanha

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Akiko Tamura salvou vidas na sala de cirurgias. Durante muitos anos, foi cirurgiã torácica, mas dentro de si sabia que Deus lhe pedia algo mais. Apesar de estar feliz com a sua vida e com a sua profissão, desde que fez a primeira comunhão soube que o Senhor lhe pedia tudo.

No começo, “achava que a ideia de ser carmelita descalça era uma autêntica palhaçada”, mas Deus lhe mostrou que, com 37 anos, queria que ela entrasse no Convento do Bom Pastor, localizado em Zarautz, em Guipúzcoa (Espanha).

Segundo conta no programa ‘Cambio de Agujas’, da Fundação EUK Mamie-HM Televisión, o pai de Akiko, de origem japonesa, era budista xintoísta e se converteu ao catolicismo graças às orações da sua mãe, católica e espanhola.

“Quando o meu pai foi batizado, suas irmãs – minhas tias – contam que mudou para melhor. Havia encontrado Deus”, explica.

Quando Akiko tinha cinco anos, a sua avó, que vivia em Tóquio, foi diagnosticada com câncer no ovário. Viajou junto com seu pai e um irmão para acompanhá-la em seus últimos momentos.

Akiko nasceu em Madri e decidiu estudar medicina na Universidade de Navarra (Espanha), embora seu sonho fosse estudar nos Estados Unidos. Considerou que uma das suas prioridades era discernir o que Deus queria dela.

Terminou o curso e começou a se preparar para o MIR, um exame final que deve ser realizado pelos estudantes de medicina na Espanha para começarem a trabalhar como Médico Interno Residente em um hospital e em uma especialização que lhe é atribuída segundo a nota que obtém nesse exame.

“Durante o tempo de preparação para este exame, vivi em uma casa com as adoradoras, esse foi o meu primeiro contato com a vida religiosa, embora nunca tenha pensado que acabaria sendo monja e muito menos de clausura”.

Começou a trabalhar como cirurgiã torácica em Madri e durante este período, conforme explica em ‘Cambio de Agujas’, “rezava a Deus para que mostrasse o que Ele queria de mim”.

Durante os anos de discernimento, Akiko assegura que de alguma maneira lhe acompanharam a imagem de Jesus Misericordioso e da Virgem de Medjugorje.

Tentou ler a vida Santa Teresa de Jesus para se aproximar da realidade das carmelitas, pois pouco a pouco essa ideia ia se concretizando na sua mente e no seu coração, mas desistiu de ler sobre a mística.

Enquanto isso, “encontrava-me com pacientes que tinha salvado da morte e pensava que aí era onde Deus queria que eu estivesse”.

Em uma Quinta-feira Santa, enquanto dirigia e rezava o rosário, perguntou novamente a Deus: “O que quer de mim?”. “Nesse momento, soube que era ser carmelita descalça. Tive uma profunda paz de saber que estaria cantando para Deus como um passarinho e que Deus estaria sempre comigo”.

Durante os ofícios da Quinta-feira Santa, Akiko não conseguia parar de chorar ao repetir “Jesus foi obediente até a morte e morte de cruz”. 

Em abril de 2012, contou para sua família a sua decisão e, em agosto daquele ano, entrou para o Convento do Bom Pastor de Zarautz, em Guipúzcoa, (Espanha), e assegura: “Se deixa que Deus entre em sua vida, acontecem milagres nela. A cada manhã, penso e digo: Sou carmelita, sou feliz e sou livre e não trocaria isso por nada neste mundo”.

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Skate e vocação – “quebrando as barreiras”

Como adolescentes andaram de skate por sete anos. Eles descobriram sua vocação para a vida consagrada. Eles estavam prontos para desistir de sua paixão pelo skate, para viver na pobreza, castidade e obediência como os Franciscanos de Maria Imaculada. Depois receberam do superior uma ordem para comprar um skate e “pregar o Evangelho em todos os momentos, mesmo sem usar as palavras”, como falava São Francisco.

 

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https://www.youtube.com/watch?v=Y2uxJK69abA

 

 


 

De atriz à madre superiora enclausurada a 50 anos

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A primeira mulher a beijar Elvis Presley nos cinemas, Dolores Hart, é atualmente madre superiora da Ordem Beneditina e há 50 anos vive em clausura, nos Estados Unidos. Ex-atriz, a freira esteve na premiação do Oscar, no último domingo, para prestigiar o documentário que conta a sua história de vida “God Is the Bigger Elvis” e que concorreu a uma estatueta – mas perdeu para o documentário Saving Face que denuncia mais uma loucura do mundo islâmico: a desfiguração de mulheres.

Dolores Hart entrou para o convento aos 25 anos de idade, na década de 60, após um convite de um amigo para que ela descansasse, depois de uma peça na Broadway, numa cabana no convento católico, Regina Laudis, em Connecticut, nos EUA. E ela não quis mais voltar à vida de estrela! As freiras, no entanto, não aceitaram a jovem de imediato: Dolores esperou três anos para ingressar na clausura.

Antes, ela terminou um noivado de cinco anos com o arquiteto inglês, Don Robinson – que jamais casou e morreu ano passado, logo após participar do documentário sobre a vida da freira e registrar que nunca encontrou outra mulher como Dolores.

Hollywood detestou a decisão daquela que era comparada à famosa Grace Kelly e não demorou para os tablóides da época noticiarem que Dolores fugia para um convento afim de dar a luz a um filho ilegítimo do cantor Elvis Presley. Ela guardou silêncio e durante entrevista ao jornal New York Times respondeu suscintamente: “Eles disseram isso. Mas quem me conhecia bem sabia que eu sempre fui muito católica…

A história da atriz que virou freira poderia sequer ter existido. Dolores é fruto de uma gravidez não planejada de um casal adolescente de 16 e 17 anos (Bert Hicks e Harriett Hicks) que também se tornaram atores! A notícia da gravidez de sua mãe foi uma tragédia para a família. A avó de Dolores queria o aborto da neta.

Os pais de Dolores se divorciaram quando ela tinha apenas três anos de idade. Enviada para a casa dos avós, ela acabou indo estudar em uma escola católica e, aos 10 anos, converteu-se ao catolicismo.

Que história! “God Is the bigger Elvis” será exibido em abril, na HBO.

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Fonte: http://blog.cancaonova.com/tiba/2012/02/29/antes-de-beijar-elvis-ela-quase-foi-abortada/